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As patas do maligno

por Fernando Zocca, em 17.11.16

 

 

 

caroldieckmann.jpg

 

Se prevalecesse esse conceito antigo, obsoleto, obscurantista, atrasadíssimo e muito burro, “desconsidere porque esta pessoa esta querendo aparecer”, a gente não veria nunca as belezas e maravilhas como a Carolina Dieckmann (foto), por exemplo.

Em certas localidades o atraso é tão grande, que o comunicar os fatos delituosos, as infrações, é mais condenável do que as próprias “aprontadas” em si.

Neste sentido você cansa de pedir ao cidadão que não deixe seu cachorro solto na rua porque ele, assustado com o movimento, ataca as pessoas, os outros cães, e o que recebe como resposta são palavras vazias de noção; você solicita às senhoritas e aos gentis cavalheiros, a gentileza de não baterem o portão com tanta força, na sua parede, e tem como resposta, mais batida de portão, com violência dobrada.

E ao comentar o assunto, com vizinhos mais antigos, pode ouvir como resposta: “não comente nada, não fale nada, porque pode piorar”.

Você não imagina outra coisa a não ser que está lidando com idiotas perigosíssimos e que nem mesmo boletins de ocorrência, representações criminais, e queixas crime, resolveriam a questão.

Cansado de pedir, de falar, de implorar aos tais donos do cão maldito, solto pelas ruas, que não o deixe ao léu, você não pode se assustar, e nem mostrar-se surpreso, quando o cimento ainda fresco, do piso da sua calçada, recém reformado, com muito capricho, foi totalmente pisado, sendo nele deixadas as marcas das patas do maligno.

E nem pense em pedir aos botocudos que impeçam o maldito de atacar e latir quando as pessoas entram e saem das suas casas na vizinhança.

Se você pensar bem verá que não é do pobre animal a responsabilidade pelo desconforto no quarteirão.

Na verdade o lidar – falta de escola, de professores - equivocado com a herança genética diferenciada, a agrafia, o alcoolismo e o uso das drogas estariam por trás das atitudes agressivas do cão delinquente.

E o que é que a gente vai fazer?

Quando Jesus dizia que o reino do Céu pertence aos pobres de espírito referia-se aos que respeitavam os mais velhos, os costumes, as leis, os mandamentos de Deus e da Igreja.

 

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